Hand Talk
Fonte:https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRbWPaDRbxfn3IaEp5hlpfXdCzIj4Ui2NYVu115UOYw_Q1BZ5mQ8w
Ultimamente as tecnologias vêm dominando os espaços escolares, vários aplicativos foram criados, até mesmo por alunos para ajudar outros alunos, iniciativa que mostra as tentativas de inclusão em salas de aula.
Hand Talk, criada em 2012 por três jovens alagoanos, realiza tradução digital e automática para a Língua de Sinais, utilizada pela comunidade surda, oferecendo ferramentas complementares ao trabalho do intérprete para auxiliar a comunicação entre surdos e ouvintes.
Teve o aplicativo escolhido na categoria Inclusão Social do prêmio WSA-Mobile, em um concurso promovido pela ONU, concorrendo com aproximadamente 15.000 aplicativos de mais de 100 países, ganhando o título de “melhor aplicativo do mundo” no Mobile Premier Awards.
Usa um intérprete virtual, Hugo, personagem 3D que torna a comunicação interativa e de fácil compreensão, e está presente em milhares de tablets nas escolas públicas do Brasil.
Basicamente, engloba todas as matérias, exceto de línguas estrangeiras, não tendo uma idade fixa para se começar a usar, podendo servir para portadores de deficiência auditiva ou não, servindo também como instrumento para aprender Libras, sendo assim, a versão mais recente inclui a nova funcionalidade: “Hugo Ensina”, onde o personagem ensina sinais de determinados grupos temáticos, como esportes, cidades, estados, etc.
“A língua faz parte da cultura. Da mesma forma que a língua oral existe de forma diferente em vários países, a língua dos sinais também. Cada país tem a sua e este é um desafio grande. Não se trata de apenas replicar uma fórmula”, diz Ronaldo Tenório, CEO da Hand Talk.
As únicas desvantagens a serem citada, são as propagandas que acabam atrapalhando a navegação e a demonstração um pouco rápida demais e problemas para traduzir textos maiores. Com seus prós, fácil de se usar, disponível em várias plataformas e traduz rapidamente pequenos textos.
Comentários
Postar um comentário